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sexta-feira, 30 de julho de 2010

O bom aluno

O bom aluno sistematiza o ato de estudar
O que é um bom aluno?
Um bom aluno é um aluno que gosta da escola porque quer aprender. Gosta de ouvir os professores
discorrer sobre as matérias leccionadas, gosta de conversar com os professores e com os colegas. Sabe
que o tempo que passa na escola é precioso porque vai formá-lo globalmente, como cidadão deste país.
Gosta de brincar, de conversar, de se divertir, mas nos momentos certos.

O bom aluno traz para a escola o material adequado a cada aula, porque vai necessitar dele para as
tarefas em cada aula. O livro é necessário, o caderno também, a máquina de calcular faz falta, a
esferográfica, o lápis, a borracha, etc., são indispensáveis. Quando não se traz o livro, há uma parte da
matéria que se perde, há a tendência para conversar com o colega do lado, etc., etc..

O bom aluno está atento nas aulas e questiona, no momento, o professor sobre os pormenores menos
claros. O bom aluno está sempre disponível para executar as tarefas necessárias, em cada aula.

O bom aluno não se recusa a ir ao quadro. Até gosta, porque mostra aos colegas que sabe e diz como se
faz. Fica satisfeito e a sua auto-estima agradece!

O bom aluno não gosta de conflitos nem de confusão. Fica aborrecido e nervoso com as situações criadas
por outros colegas.

O bom aluno pede ao professor problemas para resolver em casa. Às vezes é tímido para fazê-lo.
Geralmente é o primeiro a concluir as tarefas pedidas na aula.

O bom aluno tenta ajudar os colegas com mais dificuldades e que lhe solicitam ajuda. O bom aluno é,
certamente, uma boa ajuda para os professores, não só por ajudar alguns colegas mas como factor de
estabilização da turma.

O bom aluno é um exemplo para os colegas, mostrando como se deve fazer, colocando os colegas a
reflectirem sobre o seu exemplo. Porquê ser bom aluno se é mais divertido fazer o papel de mau aluno!

O bom aluno gosta de ver o seu trabalho recompensado. Ele trabalha com um objectivo definido (por ele
e, geralmente também, pela família) e gosta que os professores reconheçam esse seu trabalho. Por isso, às
vezes, alguns destes alunos discutem com o professor a nota que tiveram ou vão ter.

O bom aluno é pontual e assíduo. Sabe que há regras que têm de ser cumpridas e não gosta de ser
advertido pelos professores. Sabe também que a avaliação do seu trabalho tem diferentes componentes,
sendo a pontualidade e a assiduidade duas delas. Além disso, ele tem uma imagem a defender.

O bom aluno tem geralmente boas notas às diferentes disciplinas. Ele foi adquirindo competências
transversais que lhe são muito úteis em todas as disciplinas (métodos de trabalho, organização do
trabalho, atitudes e valores, etc.).

O bom aluno é organizado e metódico. Tem apontamentos bem organizados nos cadernos e com
qualidade. Há alunos que não querem, ou não sabem, tirar apontamentos e não se preocupam em mantê-
los organizados.

O bom aluno estuda diariamente as matérias de cada disciplina. Deste modo, na véspera dos testes já tem
as matérias estudadas, basta-lhe recapitular calmamente cada assunto. Este método tem uma grande
vantagem que reside no facto de o aluno aproveitar muito mais cada aula a que assiste, pois está sempre
‘em cima’ dos assuntos!

O bom aluno sabe, desde muito novo, que pode escolher uma dada profissão, pois começou muito cedo a
trabalhar para ela.

Fonte:Bom Aluno JMatias 25/11/06

A taxonomia de Bloom para o aprendizado


Taxonomia de Objetivos Educacionais de Bloom




Benjamin Bloom e seus colegas criaram uma divisão de objetivos educacionais em 3 partes:
  • cognitiva: objetivos que enfatizam relembrar ou reporduzir algo que foi aprendido, ou que envolvem a resolução de alguma atividade intelectual para a qual o indivíduo tem que determinar o problema essecial, então reorganizar o material ou combinar ideiais, métodos ou procedimentos previamente aprendidos
  • afetiva: objetivos que enfatizam o sentimento, emoção ou grau de aceitação ou rejeição. Tais objetivos são expressos como interesses, atitudes ou valores
  • psicomotora: objetivos que enfatizam alguma habilidade muscular ou motora
O domínio cognitivo é dentre estes três, o mais frequentemente usado e, de acordo com a taxonomia dos objetivos educacionais de Bloom, os seis níveis do domínio cognitivo são:

Os processos caracterizados pela taxonomia devem representar resultados de aprendizagem, ou seja, cada categoria taxonômica representa o que o indivíduo aprende, não aquilo que ele já sabe, assimilado do seu contexto familiar ou cultural.
 Os processos são cumulativos, uma categoria cognitiva depende da anterior e, por sua vez, dá suporte à seguinte.
As referidas categorias são organizadas num gradiente em termos de complexidade dos processos mentais.

A tabela seguinte ilustra a taxonomia de Bloom. A primeira coluna mostra os objetivos de aprendizagem relacionados por Bloom. A segunda coluna indica os processos para atingí-los e a terceira os resultantes da aprendizagem.

objetivos

processos

resultantes
conhecimento
  • especificar 
  • modos e meios para lidar com itens específicos 
  • fatos universais e abstraçoes num dado campo 
definir
reconhecer
recitar
identificar
rotular
compreender
examinar
mostrar
coletar
listar 
rótulos
nomes
fatos
definições
conceitos 
compreensão
  • tradução 
  • interpretação 
  • extrapolação 
traduzir
interpretar
explicar
descrever
Resumir
demonstrar 
argumento
explicação
descrição
resumo 
aplicação
  • uso de abstrações em situações específicas e concretas 
aplicar
solucionar
experimentar
demonstrar
construir
mostrar
fazer
ilustrar
registrar 
diagrama
ilustração
coleção
mapa
jogo ou quebra-cabeças
modelo
relato
fotografia
lição 
análise
  • elementos 
  • relacionamentos 
  • princípios organizacionais 
conectar
relacionar
diferenciar
classificar
arranjar, estruturar
agrupar
interpretar
organizar
categorizar
retirar
comparar
dissecar
investigar
gráfico
questionário
categoria
levantamento
tabela
delineamento
diagrama
conclusão
lista
plano
resumo 
síntese
  • comunicação inédita 
  • plano de operação 
  • conjunto de relacionamento abstratos 
projetar
reprojetar
combinar
consolidar
agregaro
compor
formular hipótese
construir
traduzir
imaginar
inventar
criar
inferir
produzir
predizer 
poema
projeto
resumo de projeto
fórmula
invenção
história
solução
máquina
filme
programa
produto
avaliação
  • julgamento em termos de evidência interna 
  • julgamento em termos de evidência externa 
interpretar
verificar
julgar
criticar
decidir
discutir
verificar
disputar
escolher 
opinião
julgamento
recomendação
veredito
conclusão
avaliação
investigação
editorial 



Referência: 
Rodrigues, José . - A taxonomia de objetivos educacionais - um manual para o usuário. Editora UNB, 2 edição 1994. 

Ser engenheiro eletricista é...


Engenheiro eletricista

Fonte: Redação Brasil Profissões

O que é ser um engenheiro eletricista?

O engenheiro eletricista é o profissional responsável pela geração, pela transmissão e pela distribuição de energia nos setores de hidrelétrica, subestações e termoelétrica. Além disso, é ele que executa tarefas de supervisão, coordenação e orientação aplicados ao campo da eletrônica e da eletrotécnica. Em relação a eletrônica, as atividades são ligadas à automação e controle, computação, microeletrônica, circuitos integrados e telecomunicações. Já na área da eletrotécnica, o engenheiro eletricista trabalha junto as hidrelétricas e indústrias, onde atua no desenvolvimento de equipamentos.

Quais as características necessárias para ser um engenheiro eletricista?

Para ser um profissional de engenharia elétrica é necessário ter facilidade de raciocínio em função dos princípios da mecânica e da física, e conhecimentos científicos. Além disso, é importante que o profissional apresente as seguintes características:
  • dedicação
  • responsabilidade
  • concentração
  • confiabilidade
  • gosto pela pesquisa e pelos estudos
  • interesse em projetar coisas
  • interesse pelas ciências
  • habilidade para trabalhar em equipe
  • habilidade numérica
  • capacidade de abstração
  • exatidão
  • meticulosidade
  • flexibilidade

Qual a formação necessária para ser um engenheiro eletricista?

Para tornar-se um profissional desta área é necessário ter diploma de curso superior em Engenharia Elétrica que tem duração média de cinco anos. O estágio é obrigatório para a conclusão do curso. No exterior, a demanda por bons engenheiros elétricos é muito grande, por isso o domínio do inglês também é fundamental, já que o conhecimento dessa língua também é um pré-requisito nos cursos de pós-graduação e especializações da área.

Principais atividades

Entre as principais atividades dos engenheiros elétricos, estão:
  • projetar máquinas elétricas, equipamentos elétricos e eletrônicos, instalações elétricas
  • orientar a fabricação de produtos elétricos nas indústrias
  • colaborar na manutenção e na avaliação de equipamentos utilizados nas indústrias
  • cuidar do planejamento e da implementação de processos de automação industrial, executando tarefas que vão desde a criação de peças de um equipamento simples (telefone fixo ou forno microondas) até a elaboração e o desenvolvimento de uma complexa estrutura para automatizar a produção de uma fábrica
  • planejar, projetar, executar e implementar equipamentos eletrônicos

Áreas de atuação e especialidades

A área de atuação para este profissional é muito grande inclui empresas de energia elétrica e telecomunicações, escritórios de projetos e consultoria, firmas de montagem e manutenção de instalações elétricas e de telecomunicações, indústrias diversas e empresas comerciais de pequeno e grande porte, manutenção de equipamentos e componentes eletro-eletrônicos, hospitais, empresas de radiodifusão, informática etc.
O engenheiro eletricista pode seguir alguma dessas especializações:
  • Sistemas de energia elétrica: estudos de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica; planejamento, confiabilidade, estabilidade e proteção de sistemas elétricos e utilização de técnicas computacionais aplicadas a sistemas de potência
  • Sistemas de eletrônica de potência: estudos de dispositivos eletrônicos de potência, acionamento de máquinas elétricas, controlo de motores, simulação digital de máquinas e conversores e cargas elétricas especiais
  • Sistemas de telecomunicações: estudos de sistemas de áudio e vídeo, antenas e propagação de ondas eletromagnéticas, microondas, telefonia analógica e digital, fibras ópticas, processamento analógico e digital de sinais, telecomunicações por satélite e redes de comunicações
  • Sistemas de computação: estudos de sistemas operacionais para computadores, projeto e programação de sistemas digitais, redes digitais, computação gráfica e CAD, Ciência dos computadores e análise de sistemas computacionais
  • Sistemas de engenharia de controle e automação: estudos de controle de processos industriais por computador, controle óptico, sistemas inteligentes para automação industrial, robótica, inteligência artificial, controles adaptativos e não-lineares.

Mercado de trabalho

O engenheiro eletricista encontra as melhores oportunidades do mercado no setor de info-telecom, que mistura informática e telecomunicações. Nesta área o profissional trabalhará na integração da telefonia com os sistemas de rede para comunicação de dados via digital. Entre as áreas que mais crescem estão o desenvolvimento de programas para redes inteligentes de computador e a criação de sistemas abertos de transmissão de dados multimídia. Existem vagas também na área de infra-estrutura, na ampliação de redes de geração, distribuição e recepção de energia elétrica, nos sistemas de acionamento e controle de máquinas elétricas, no desenvolvimento de circuitos elétricos e na pesquisa de fontes alternativas de energia.

Curiosidades

A história da Engenharia Elétrica é mais antiga do que habitualmente se imagina. Pode-se dizer, com certa liberdade, que ela data de 1752, quando Benjamin Franklin (1706-1790) inventou o pára-raios, dando início ao aproveitamento da eletricidade pelo homem. Através de uma simples pipa que teve está grande idéia. Desde então, essa área evolui como poucas. Quase dois séculos depois da invenção de Franklin, surgiu a Eletrônica, em 1940, trazendo as válvulas eletrônicas a diodo e, depois, os transistores da década de 1950. Foi o ponto de partida para a era da tecnologia dos semicondutores e dos computadores. Hoje, a Engenharia Elétrica está presente, praticamente, na fabricação de todo produto manufaturado e dos que envolvem alta tecnologia.
Fonte: Vunesp

Vídeo engraçado abaixo.

Motivação do Site


Olá Alunos,

Assumirei disciplinas do setor de estudo de máquinas elétricas e disponibilizo esse site com o intuito de servir como meio de comunicação entre nós.

Abraço a todos.
Prof. Emannuel J. Fernandes
 
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